Conjuntos passam a atrair pela estrutura para o lazer

On junho 27th, 2012, posted in: Notícias by administradorComentários desativados

Florianópolis — O espaço planejado com academia, piscina comum, piscina aquecida e outras áreas de lazer precisou ter o projeto alterado para garantir um lugar voltado aos cães e gatos que fazem parte da mudança dos donos. Este exemplo ocorreu no Águas do Santinho Residence, um condomínio de classe A, em Florianópolis, e ilustra a guinada que as construtoras estão dando para atender aos novos hábitos do comprador. É óbvio que um edifício com a estrutura de um clube tem o preço mais elevado, mas a boa notícia é que o mesmo conceito começa a chegar nas moradias das classes B e C. Cada vez mais, o modelo basicão, com aquele parquinho medonho que reúne balanço, escorregador e vaivém num só equipamento, fica para trás.

Fazer com que o condomínio ganhe a cara de clube e ainda reserve espaço para serviços que normalmente se encontra fora de casa, como restaurante e academia, é o desafio das construtoras. Os condomínios clube proporcionam ao morador a oportunidade de ficar mais tempo em casa.

Os modelos adotados na região, que contam com uma área gourmet sofisticada, piscinas, praças, espaços de saúde e beleza, além dos parques infantis, são inspirados em São Paulo. “Foi lá que se começou a pensar em prédios com esse perfil, considerando principalmente a segurança”, explica a arquiteta Lucilia Ortega, da construtora Hantei. As áreas de lazer tornam-se 20% do total do empreendimento.

A dificuldade de se locomover em Florianópolis aliada ao desejo de conquistar segurança para a família tem feito crescer esse tipo de construção na região. Segundo o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria de Construção Civil), Hélio Bairros, o avanço dos condomínios clube ainda é recente, por isso, ainda não se sabe quantas unidades foram criadas nos últimos anos. “As pessoas das classes que vão de A até C investem nesses prédios para obter praticidade de não precisar sair de casa e ter segurança”, comenta.

Mesmo sem números oficiais é possível ter ideia da dimensão desses residenciais. Um condomínio clube precisa ter uma área significativa, o que permite a construção de torres que, juntas, contam com mais de 250 apartamentos. e diminui o custo unitário.

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